quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

"Controle da População"

As autoridades do Alaska chamam-lhe "controle da população", eu chamo-lhe assassínio impiedoso, com laivos de malvadez!
Que as populações de animais selvagens tenham de ser controladas, num "chega p'ra lá" das populações humanas, que vão invadindo os habitats naturais dos animais, até posso compreender.
Mas, senhores...Madame Pahlin! Não haverá modo mais "humano" e civilizado de o fazer?

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

Azulejos Portugueses


domingo, 1 de fevereiro de 2009

A CRISE

Contribuindo para demonstrar que 90% da "crise" é provocada por gente gritando "CRISE!", (os outros 10%, por Donas Brancas gananciosas), eis uma estórinha brasileira...

"Um homem vivia à beira de uma estrada e vendia cachorro quente.
Ele não tinha rádio, televisão e nem lia jornais, mas produzia e vendia bons cachorros quentes.
Ele se preocupava com a divulgação do seu negócio e colocava cartazes pela estrada, oferecia o seu produto em voz alta e o povo comprava.
As vendas foram aumentando e, cada vez mais ele comprava o melhor pão e a melhor salsicha.
Foi necessário também adquirir um fogão maior para atender uma grande quantidade de fregueses, e o negócio prosperava... Seu cachorro quente era o melhor de toda região!
Vencedor, ele conseguiu pagar uma boa escola ao filho. O menino cresceu e foi estudar economia numa das melhores faculdades do país.
Finalmente, o filho já formado, voltou para casa, notou que o pai continuava com a vidinha de sempre e teve uma séria conversa com ele: - 'Pai, então você não ouve radio? Você não vê televisão e não lê os jornais? Há uma grande crise no mundo!
A situação do nosso país é crítica. Esta tudo ruim. O mundo vai quebrar!'
Depois de ouvir as considerações do filho doutor, o pai pensou: bem, se meu filho que estudou economia, lê jornais, vê televisão, acha isto então só pode estar com a razão.
Com medo da crise, o pai procurou um fornecedor de pão mais barato (e claro, pior) e começou a comprar salsichas mais barata (que era, também, a pior). Para economizar, parou de fazer cartazes de propaganda na estrada.
Abatido pela noticia da crise já não oferecia o seu produto em voz alta.
Tomadas essas 'providências', as vendas começaram a cair e foram caindo, caindo e chegaram a níveis insuportáveis e o negócio de cachorro quente do velho, que antes gerava recursos até para fazer o filho estudar economia na melhor escola, quebrou.
O pai, triste, então falou para o filho: - 'Você estava certo, meu filho, nós estamos no meio de uma grande crise. '
E comentou com os amigos, orgulhoso: - 'Bendita a hora em que eu fiz meu filho estudar economia, ele me avisou da crise... '"